Como a Covid-19 afetou o setor de beleza e estética no Brasil

Os impactos da Covid-19 em empresas de beleza e estética
Os impactos da Covid-19 em empresas de beleza e estética

Originário da Grécia antiga, o setor de beleza ganhou popularidade no século XX com a popularização dos salões de beleza para a classe média, mas devido ao coronavírus, o mercado de cuidado pessoal encontra dificuldades. A seguir entenda os impactos da Covid-19 em empresas do setor de beleza e estética.  

1. O mercado de beleza e estética no Brasil

O setor de cuidado pessoal sempre foi visto por economistas como um setor resistente a crises econômicas, uma vez que em períodos de turbulência o público tende a consumir produtos que levantam a auto estima como cremes, perfumes e maquiagens. Assim, o “efeito batom”, como é popularmente conhecido, garantiu ao Brasil o posto de quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, além de um faturamento de 80 bilhões de Dólares em 2018.

2. O mercado de beleza e estética na pandemia do Covid-19

Como o Coronavírus se espalhou tão rapidamente, vários estados decretaram o fechamento do comércio. Consequentemente, esse decreto está relacionado aos impactos da Covid-19 em empresas do setor de beleza e estética, em particular por sua característica presencial. Em contrapartida à tradicional prestação de serviços, a venda de produtos de beleza aumentou durante a pandemia. Segundo o Painel Dados de Mercado Abihpec, em 2020 houve um significativo aumento na venda de sabonetes e álcool em gel no início da pandemia. No mais, outros produtos de cuidado pessoal que se destacaram durante a pandemia foram produtos relacionados a aromaterapia, desintoxicação, cuidado da pele, unhas e cabelo.  

3. Expectativas para o futuro

Com a reabertura da economia, o setor encontra outro problema – custos com os equipamentos de proteção individuais (EPIs) requeridos pelo governo para a reabertura do estabelecimento. Apesar disso, muitos empresários do setor e enxergam a possibilidade de voltar ao crescimento uma vez que muitos consumidores se apresentam ávidos para retomar uma rotina de normalidade, incluindo os cuidados com a beleza. Para entender melhor como reavaliar a estratégia da sua empresa diante desse cenário, acesse esse link! Caso tenha dúvidas, entre em contato com um de nossos consultores clicando aqui!

Como o COVID-19 afetou o setor de transporte

os efeitos do covid-19 no setor de transporte

Como o COVID-19 afetou o setor de transporte

Desde o começo da pandemia do coronavírus, muitos setores da economia foram afetados. No post a seguir, veremos como a Covid-19 afetou o setor de transporte, especificamente. 

1. O quadro atual

O setor de transporte no Brasil, há anos enfrenta dificuldades. Desde 2013, o setor apresenta perdas anuais. Agora, com a crise do Coronavírus, a queda na demanda de passageiros caiu mais de 70% e o sistema, que emprega quase 2 milhões de pessoas, ameaça colapsar.

No mais, a Associação Brasileira de Transporte Terrestre e Passageiros (ABRATI) e a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estimam entre 2,5 e 2,8 bilhões de prejuízo – cerca de 40% do faturamento anual.

2. Recuperação

Além disso, as chances de recuperação também são pessimistas. Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) que entrevistou mais de 700 empresas do setor, sem ajuda do governo, 28,2% das empresas dizem que não aguentar um mês e 25,5% resistiriam por apenas 30 dias. Do mesmo modo, 34,5% acredita que os impactos da crise no setor de transportes vão durar de quatro a oito meses e 19,5% esperam que dure por um ano.

Ainda segundo a pesquisa, a fim de mitigar a crise do sistema de transporte, 51% dos entrevistados acreditam que deve ser criado linhas de créditos com prazos maiores e juros reduzidos. No mais, 43% também defendem que seja suspensa a cobrança do PIS-Cofins.

3. Expectativas futuras

Procurando abrandar a crise do transporte público, a Câmera do Deputados aprovou uma ajuda de 4 bilhões de reais para o sistema de transporte. Da verba fornecida, 1.2 bilhão deve ser encaminhado para o Distrito Federal e para os estados e 2.2 bilhões devem ser distribuídos para os municípios. 

Através desse auxílio, o governo espera evitar o colapso do setor além de incentivar melhorias tecnológicas como a adoção do sistema de bilheteria eletrônica. Em troca, os entes federados que receberem os recursos ficarão proibidos de aumentar o valor das tarifas, além de serem obrigados a manter um quadro de funcionários maior ou igual ao quadro existente em 31 de julho.

Por fim, o auxílio será interrompido caso a renovação do contrato do colaborador não for realizada até 31 de dezembro de 2021.

Esse artigo é parte da série em nosso site, ” Os Impactos do Covid-19″, para conferir a publicação voltada para o setor alimentício, clique aqui.

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