5 dicas para vender mais

Toda empresa é criada para vender seus produtos ou serviços à uma determinada pessoa ou organização, correto?! Mas o que poucas delas fazem é utilizar estratégias de vendas que realmente funcionam e que gerarão uma receita maior para elas. Visto isso, a ADM Soluções traçou 5 dicas para que os pequenos, médios e grandes empreendedores organizem melhor a área de vendas de sua empresa e, consequentemente, possam vender mais.

 

  1.  Invista em marketing digital

O marketing digital é rico em estratégias que ajudarão os empresários a ampliarem suas vendas de forma mais prática, utilizando ferramentas com bom custo-benefício. Existem 3 tipos de marketing digital mais conhecidos no mercado e são eles:

Marketing de Conteúdos: Voltado para a criação de assuntos em blogs e sites, pelo qual o seu cliente receberá dicas práticas acerca do seu produto ou serviço, no qual o ajudará a ter um conhecimento prévio sobre o que você vende;

Redes Sociais: Onde as empresas divulgam seus produtos, realizam promoções, ou até mesmo criam um vínculo com seus clientes de forma mais objetiva e interativa, gerando a impressão de haver um contato humanizado com a empresa;

E-mail Marketing: São e-mails enviados para novos e antigos clientes, visando a prospecção e fidelização deles, fazendo com que eles lembrem da sua empresa caso venham necessitar de algum serviço ou produto.

  1. Direcione os processos internos com o objetivo de vender mais

Processos internos são o conjunto de atividades que envolvem as equipes e os equipamentos a serem utilizados com um objetivo final comum, seja ele a elaboração de um produto, a prestação de um serviço ou qualquer outra atividade dentro de sua empresa.

Já os processos comerciais são as sequências de passos que a equipe de marketing e vendas deve seguir para conduzir interessados nos produtos e serviços da empresa através do funil de vendas, assim, transformando-os inicialmente em leads, depois em leads qualificados e, finalmente, em clientes ao converterem uma compra. Esses processos devem ser definidos de forma visual e padronizada. Dessa forma, os colaboradores não dependerão de suas opiniões, mas terão uma receita do que fazer em mãos.

É por meio desses processos que você vai conduzir o seu público ao interesse inicial, para depois conquistar a venda. Caso você já tenha, revise o que pode ser melhorado para ganhar tempo, reduzir custos e persuadir os clientes com mais eficiência. Um bom controle dos processos é essencial para que sua empresa consiga vender mais.

  1. Diferencie-se

Para que uma empresa se destaque no mercado é preciso oferecer algo de diferencial para o seu cliente. Então, empresas como o Airbnb conseguem vender mais porque fornecem experiências vividas por seu público-alvo. Além disso, ela realiza pesquisas com o intuito de definir as necessidades dos clientes de hospedagem e adapta a sua plataforma para os diversos tipos de consumidores, como os que viajam sozinhos ou até mesmo com sua família.

Outro exemplo de diferenciação mercadológica, mais especificamente no setor de eletrônicos, como a Apple, a qual não vende apenas um produto e sim um serviço diferenciado, o qual as marcas concorrentes não possuem, que nesse caso é um sistema operacional exclusivo, um layout diferenciado, e uma alta tecnologia voltadas para seus smartphones.

  1. Qualifique os seus leads

A qualificação do lead é uma estratégia de marketing que visa fazer com que as prospecções ativas e passivas sejam mais efetivas. Na ADM Soluções, por exemplo, essa qualificação é feita a partir de plataformas como o Leads2B, que fornecem informações específicas de cada lead.

Além disso, é usado também um sistema de Gestão de Relacionamento com o Cliente, também conhecida como CRM, que é uma plataforma pela qual você irá registrar a entrada dos clientes no seu processo comercial ou em outras áreas da empresa. Um exemplo disso é o Pipefy, que é uma ferramenta que possui um excelente custo-benefício, também disponível em versão gratuita.

  1. Motive a sua equipe a vender mais

Para melhorar a área de vendas também é preciso que a sua equipe esteja bem motivada, pois se ela não tiver, impactará negativamente nas entregas dos produtos ou serviços os quais não serão realizados da melhor maneira. Isso influenciará diretamente na satisfação do cliente.

Uma das formas que motivam é valorizar o trabalho da sua equipe, dar feedbacks que ajudarão no crescimento profissional e aumentar as recompensas financeiras, como bônus e gratificações para estimular ainda mais o time de vendas da sua empresa.

Quer ajuda para implementar essas dicas com uma equipe especializada? Clique aqui para falar com um dos nossos consultores.

 

 

O que é gestão empresarial

Muito se fala sobre esse tema, mas raramente nós refletimos sobre a necessidade de utilizar práticas da administração em empresas. Será mesmo se para empreender eu preciso saber administrar? Nesse artigo você irá entender de forma clara o que é a gestão empresarial e por quê ela é essencial para qualquer negócio.

O que é gestão empresarial?

Gestão empresarial é um conjunto de estratégias que visam a condução de negócios a melhores resultados. Essa melhoria ocorre partir de ações que englobam a organização de processos, o controle de finanças, a administração dos recursos humanos e materiais de toda a empresa. Isso significa que ser dono do negócio não é o mesmo que ser um gestor de empresa.

Para isso, é necessário saber lidar com as múltiplas áreas da organização, adotando as melhores práticas, indicadores de desempenho e conceitos voltados à sobrevivência, crescimento e expansão dos negócios.

Então, qual a importância da gestão empresarial?

Nós podemos comparar uma empresa com o corpo humano. Do mesmo modo que o corpo humano é formado por diversos sistemas (respiratório, digestivo, dentre outros) e necessita do correto funcionamento de todos eles, a empresa também precisa ser entendida como um corpo em que o mal funcionamento de um sistema pode prejudicar todo o empreendimento. Isso só é possível por meio da gestão empresarial.

Para ir ao encontro de metas definidas, o gestor trabalha para utilizar os recursos da melhor maneira possível. Tudo isto pode ser feito com ajuda de ferramentas e conceitos. Alguns deles são:

– Indicadores de desempenho: Servem para demonstrar os números e as características do negócio para análises;

– Planejamento: é a preparação, organização e estruturação de um determinado objetivo;

– Tecnologia: são utilizadas para potencializar o trabalho realizado;

– Conceitos de administração: são filosofias e formas de administrar ou liderar a empresa.

Qual a função da gestão empresarial?

A gestão empresarial permite ao gestor uma série de benefícios, pois a partir dela ele passa a tomar decisões mais assertivas. Passa a ter uma visão completa e sistêmica do negócio e um melhor uso do capital disponível, resultando em aumento da lucratividade, redução dos custos e elevação da produtividade e eficiência. A gestão inclui a estruturação da empresa (seus processos, equipe, estrutura organizacional), a gestão financeira, o marketing e o ganho de autoridade no mercado.

Tudo isso enquanto o gestor fica responsável por refletir e incorporar estratégias para melhorar os processos da organização e a comunicação entre a equipe. É pensando nessas estratégias que a empresa pode adotar o tipo adequado de gestão empresarial.  Nós podemos dividi-las em vários tipos, como os exemplos:

– Gestão democrática: incentiva que os colaboradores deem opiniões, sugestões e participem ativamente das decisões da empresa.

– Gestão meritocrática: valoriza os profissionais que apresentam mais potencial, empenho e resultados no dia a dia.

– Gestão centralizadora: concentra as decisões nas mãos do líder, com pouco espaço para que a equipe se envolva em atividades estratégicas.

Embora existam outros, os exemplos que citamos acima são os mais conhecidos. Não há aquele que seja melhor do que o outro, pois cada empresa possui uma realidade diferente, sendo necessário analisar cada caso para a escolha do tipo de gestão.

Conseguiu compreender de forma clara o que é gestão empresarial e por quê ela é essencial para qualquer negócio? Deixe um feedback para a gente!

Para falar com um dos nossos consultores, clique aqui e entenda mais sobre gestão empresarial.

Como superar a crise provocada pelo coronavírus aplicando a metodologia Design Thinking.

Saiba como superar a crise provocada pelo coronavírus aplicando a metodologia do Design Thinking na sua empresa.

O que é Design Thinking?

Design thinking é o termo utilizado para se referir ao processo de pensamento crítico e criativo, possibilitando a organização de ideias de modo a estimular tomadas de decisão e a busca por conhecimento. Não é sobre o trabalho do profissional designer mas sobre como usar processos cognitivos pertencentes às etapas de design para encarar e resolver o mundo, criar modelos novos modelos de negócio, novos produtos, novas soluções; não se trata somente de método específico, mas sim de uma forma de abordagem, um norte, uma maneira de agir.

Outra forma bem comum de utilizar o Design Thinking é na elaboração de novos produtos e serviços. Independentemente do seu objetivo com a aplicação dessa abordagem, é válido lembrar que cada caso é um caso, o que significa que cada empresa pode conduzir o processo de forma diferente.

Como aplicar Design Thinking na sua empresa?

O primeiro passo para aplicar o conceito na sua na empresa é desenhar uma cultura organizacional e implementar uma mudança de mentalidade. Os colaboradores e demais envolvidos devem desenvolver a empatia. O foco deve ser compreender realmente os desejos do cliente, além de criar um espírito de colaboração e cooperação.

Por isso, é importante que os integrantes da sua empresa trabalhem em um ambiente que os deixe confortáveis. Afinal, condições ruins de trabalho diminuem a motivação e confiança das pessoas, o que torna complicado exigir que elas apresentem ideias relevantes. Como gestor, o seu papel é proporcionar essa abordagem e torná-la parte da cultura de inovação do negócio.

Durante esse processo, o desafio é compreender a necessidade do cliente e gerar insights. A partir daí, encontrar uma solução inovadora para o problema.

Portanto, o que você deve ter em mente nessa hora é que, quanto mais multidisciplinar for a equipe envolvida na abordagem, mais insights poderão surgir.

Quais são as etapas do Design Thinking?

O primeiro passo é compreender a fundo o problema que precisa ser solucionado. Em seguida, analisar possíveis soluções, escolher a melhor alternativa e, por fim, planejar sua aplicação.

  • Imersão (entendimento)

A primeira etapa começa com o entendimento do contexto e realidade da empresa. Aqui, é válido realizar uma análise SWOT, pois ela mapeia as ameaças, oportunidades, fraquezas e pontos fortes do seu negócio, levando em consideração tanto o ponto de vista interno quanto externo da organização.

Nessa etapa, não hesite em coletar feedbacks de clientes, desempenho dos colaboradores, cenário político e econômico e, também, a cultura organizacional da companhia. Faça uma análise de todo o cenário.

  • Ideação (criação)

Uma vez concluído o processo de imersão e com os pontos que precisam de solução mapeados, é momento de reunir a equipe em um brainstorming para produzir ideias e gerar insights. Como o nome sugere, é hora de produzir ideias relevantes para realizar as melhorias necessárias.

Nesta fase é interessante agregar dados de big data, aumentando as chances de sucesso. Em seguida, é só reunir as equipes envolvidas e adotar técnicas como o brainstorming. Esta etapa incentiva e valoriza o compartilhamento de muitas ideias.

  • Prototipação (teste)

É aqui que você coloca as ideias em prática e monta um protótipo para validar o sucesso da criação. Dessa forma, é o momento de fazer uma seleção um pouco mais rigorosa.  A chave é escolher as alternativas com maiores chances de sucesso.

  • Desenvolvimento (aplicação).

A última etapa do processo de Design Thinking é o momento de tirar a ideia do papel e colocar em prática.

Por que investir no Design Thinking?

Nos dias atuais, o cenário empresarial vem mudando rapidamente e as novas formas de negócio trazem um perfil de profissional diferente, mais participativo e proativo. Os gestores, que vislumbraram um novo horizonte para inovar no setor empresarial, perceberam a forma original de pensar e agir dos designers.

Por isso, investir no Design Thinking é o diferencial necessário para sua empresa se colocar à frente das concorrentes. Assim, é possível adquirir uma fatia maior do mercado e, consequentemente, potencializar os lucros.

Exemplos de empresas que adotaram o Design Thinking:

A natura é um dos cases mais conhecidos sobre o uso do Design Thinking. A empresa de cosméticos mundialmente reconhecida, utilizou o Design Thinking na prática para desenvolver novas soluções em produtos e serviços.

Assim, empresa criou um grupo de pesquisa e acompanhamento de um grupo focal segmentado e passou a entender a rotina desse público. Dessa forma, ela tornou possível criar produtos para atender as necessidades e desejos dos clientes.

  • Netflix

Por sua vez, a empresa utiliza vários princípios básicos do Design Thinking para entender a rotina dos seus usuários e criar uma boa experiência. Com essas informações, a Netflix cria soluções e trilhas para cada assinante, tendo sempre como foco os dados e as preferências de cada um.

Como você viu, a metodologia  é importante na hora de resolver problemas e é possível superar a crise aplicando a metodologia do Design Thinking na sua empresa. Você pode aplicá-la no seu negócio sempre que precisar de novas soluções. clicando aqui, você poderá ver um artigo completo sobre como sair da crise provocada pela pandemia do Covid-19.

Gestão de dados e a LGPD: como adequar sua empresa

Muitas empresas que lidam com dados de clientes ou parceiros estão na mira de novas regulações propostas devido ao vazamento indevido de dados que podem causar sérias consequências. Por isso, nesse artigo veremos como adequar sua empresa às novas regulações propostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O que faz a LGPD?

A LGPD regulamenta a utilização de dados pessoais, estabelecendo as bases legais para sua utilização e tratamento, os direitos dos titulares, as medidas de segurança, os agentes do tratamento (controlador, operador), o encarregado pelo tratamento de dados (DPO – Data Protection Officer), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e as multas devidas ao não cumprimento da lei.

Em seu artigo 1º, a LGPD diz que: “dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.”

Com isso a LGPD quer criar um cenário de segurança jurídica, com a padronização de normas e práticas, para promover a proteção, de forma igualitária dentro do país e no mundo, aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil. E, para que não haja confusão, a lei explica logo em seus primeiros artigos o que são dados pessoais, define que há alguns desses dados sujeitos a cuidados ainda mais específicos, como os sensíveis e os sobre crianças e adolescentes, e que dados tratados tanto nos meios físicos como nos digitais estão sujeitos à regulação.

A LGPD estabelece ainda que não importa se a sede de uma organização ou o centro de dados dela estão localizados no Brasil ou no exterior: se há o processamento de conteúdo de pessoas, brasileiras ou não, que estão no território nacional, a LGPD deve ser cumprida. Determina também que é permitido compartilhar dados com organismos internacionais e com outros países, desde que isso ocorra a partir de protocolos seguros e/ou para cumprir exigências legais.

 

Afinal, o que são dados pessoais?

Se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal: nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP (Protocolo da Internet) e cookies, entre outros.

Fonte: https://www.serpro.gov.br/

Caso você não possua dados pessoais dos seus clientes e acredite que não necessite, sugerimos que conheça um pouco mais sobre essa necessidade para o marketing de uma empresa clicando aqui.

Fundamentos da LGPD

De compras on-line a redes sociais, de hospitais a bancos, de escolas a teatros, de hotéis a órgãos públicos, da publicidade à tecnologia: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) afeta diferentes setores e serviços, e a todos nós brasileiras e brasileiros, seja no papel de indivíduo, empresa ou governo. Com base nisso, a disciplina da proteção de dados pessoais apresenta como fundamentos:

– O respeito à privacidade e a autodeterminação informativa;

– A liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

– A inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

– O desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

– A livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor;

– Os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Um elemento essencial da LGPD é o consentir. Ou seja, o consentimento do cidadão é a base para que dados pessoais possam ser tratados. Mas há algumas exceções a isso. É possível tratar dados sem consentimento se isso for indispensável para: cumprir uma obrigação legal; executar política pública prevista em lei; realizar estudos via órgão de pesquisa; executar contratos; defender direitos em processo; preservar a vida e a integridade física de uma pessoa; tutelar ações feitas por profissionais das áreas da saúde ou sanitária; prevenir fraudes contra o titular; proteger o crédito; ou atender a um interesse legítimo, que não fira direitos fundamentais do cidadão.

Toda oferta que você quiser enviar por e-mail, anúncios ou qualquer outro tipo de abordagem precisa estar ancorada em uma autorização concedida previamente. Todo formulário ou box de autorização precisa ter uma linguagem fácil e acessível e o ideal é que não venha pré-marcado. Se possível crie uma página nova para poder informar de forma específica o tempo, finalidade e abrangência de como os dados do usuário serão usados.

 

Contexto atual das informações nas empresas

O volume de dados está cada vez maior, tornando sua importância cada vez mais vital para as empresas. Por outro lado, as Interfaces de Programação de Aplicações (APIs) não possuem proteção apropriada para dados sensíveis, dados financeiros, dados médicos, ou dados pessoais. A coleta de dados é feita sem critério (quanto mais melhor), não informam o motivo da coleta e o tempo de utilização, os dados são armazenados sem segurança (criptografia é luxo), o cliente não sabe como estão utilizando seus dados e os dados são processados por vários sistemas, sem controle.

Dessa forma, a proteção de dados pessoais busca garantir o tratamento adequado para os dados pessoais, inclusive nos meios digitais, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais também estipula os agentes de tratamento de dados e suas funções, nas organizações: tem o controlador, que toma as decisões sobre o tratamento; o operador, que realiza o tratamento, em nome do controlador; e o encarregado, que interage com cidadãos e autoridade nacional (e poderá ou não ser exigido, a depender do tipo ou porte da organização e do volume de dados tratados).

Há um outro item que não poderia ficar de fora para adequar uma empresa à LGPD: a administração de riscos e falhas. Isso quer dizer que quem gere base de dados pessoais terá que redigir normas de governança; adotar medidas preventivas de segurança; replicar boas práticas e certificações existentes no mercado. Terá ainda que elaborar planos de contingência; fazer auditorias; resolver incidentes com agilidade.

Se ocorrer, por exemplo, um vazamento de dados, a ANPD e os indivíduos afetados devem ser imediatamente avisados. Vale lembrar que todos os agentes de tratamento se sujeitam à lei. Isso significa que as organizações e as subcontratadas para tratar dados respondem em conjunto pelos danos causados. E as falhas de segurança podem gerar multas de até 2% do faturamento anual da organização no Brasil – e no limite de R$ 50 milhões por infração. A autoridade nacional fixará níveis de penalidade segundo a gravidade da falha. E enviará, é claro, alertas e orientações antes de aplicar sanções às organizações.

Para que o controle de todos estes processos seja feito de forma adequada, as empresas precisarão contar com três profissionais específicos:

– O Controlador: profissional que vai tomar as decisões sobre tratamento dos dados

– O Operador: responsável por aplicar as decisões sobre o tratamento dos dados

– O Encarregado: que será o intermediador entre o controlador, o proprietário dos dados e a agência do governo que vai fiscalizar a lei.

 

Como sua empresa pode se adequar à LGPD?

1 – Garanta uma proteção avançada aos dados

Sua empresa, como detentora de dados pessoais, deve garantir a segurança plena dessas informações. Para isso acontecer, é indispensável um sistema de proteção avançado. Recomendamos, então, adesão a um software de segurança que garanta o comprometimento dos dados armazenados.

 

2 – Informe ao cliente toda e qualquer movimentação de seus dados

Um dos compromissos que as empresas passarão a ter com seu público é o de o deixar a par de todas as movimentações com seus dados. Transações com o compartilhamento desses dados, por exemplo, deverão ter o consentimento do cliente para acontecer.

 

3 – Organize bem os dados

Forme grupos específicos com as informações coletadas. Para isso, estabeleça um critério. Ter à sua disposição um banco de dados bem organizado e definido pode ajudar você no manuseio dessas informações, além de um melhor controle também. Para que isso ocorra de maneira efetiva, sugerimos nossa quarta dica:

 

4 – Contrate um DPO

Um DPO (Data Protection Officer) é um profissional ou instituição contratado para monitorar todo o processo de adequar sua empresa para as conformidades da LGPD. É ele que irá assegurar que todos seus passos sejam dados de maneira a guiar sua empresa conforme as diretrizes legais. Além disso, o DPO poderá produzir relatórios para o caso de possíveis solicitações da ANPD ou de outro órgão público.

Aqui, a gente te ajuda a entender os seus direitos como cidadão, ou suas obrigações, caso você seja responsável por bases de dados de pessoas. Saiba como se utilizar da LGPD e adequar sua empresa às melhoras práticas gestão corporativa de dados para impulsionar seus resultados falando com um de nossos consultores.

A suspensão do Carnaval e o seu impacto para o turismo no Ceará.

A suspensão do carnaval e os seus impactos no turismo do Ceará

 

Devido à pandemia do Corona vírus, as determinações das autoridades locais afetaram muitas pessoas. No post a seguir, veremos como a suspensão do carnaval causou impactos no turismo do Ceará

A Prefeitura de Fortaleza publicou, no dia 15 de janeiro de 2021, uma portaria que causa a suspensão das atividades de ambulantes nos calçadões e praias da Avenida Beira Mar nos fins de semana do período pré-carnaval. Sendo que a suspensão funciona a partir do dia 16 de janeiro até 7 de fevereiro. Contudo, no período de carnaval, a proibição vale para todos os dias, de 13 a 16 de fevereiro. O trecho está compreendido entre as avenidas Almirante Tamandaré e Rui Barbosa.

Também estão suspensas as autorizações de utilização de espaço público solicitadas por bares e restaurantes nos períodos especificados na portaria. No dia 16 de janeiro, a prefeitura bloqueou a faixa de areia da ‘Praia dos Crush’ e a praça conhecida como ‘Largo da Mocinha’, em frente a bares.  Dois locais da Praia de Iracema bastante frequentados por fortalezenses e visitantes, principalmente aos sábados e domingos.

A portaria citada acima, corresponde com o Decreto do Governo do Estado nº 33.899/2021, que suspendeu, em todo o Ceará, festas ou eventos comemorativos de Carnaval, em ambientes abertos ou fechados, promovidos por iniciativa pública ou particular, sendo também cancelado o feriado opcional na segunda e terça-feira de carnaval.

1. Entendendo a situação da suspensão do carnaval no Ceará

As festas do período carnavalesco têm sido importantes atrativos para turistas em estados como Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. No entanto, apesar de sua proibição no Ceará, foi percebido que o mesmo impacto sofrido por esses estados não é sentido no Ceará. Os turistas que visitam o estado, em sua maioria não vão por causa das festas, mas por suas belezas naturais. As festividades, por sua vez, funcionam apenas como complemento.

Tendo em vista a preocupação com os impactos com a pandemia, O Ministério do Turismo realizou uma pesquisa com agências e organizações de viagens. Essa pesquisa identificou que Fortaleza é o 3º destino mais procurado para a temporada de verão.

Para entender como a crise do corona vírus afetou o setor de transporte, clique aqui e veja uma matéria do nosso blog relacionada a isso.

O levantamento também mostra que 46,4% dos viajantes em potencial procuraram informações sobre destinos de sol e praia. Enquanto isso, 13,8% buscam por destinos culturais e de patrimônio histórico. Já 9,9% dos clientes procuram por opções de turismo de natureza e ecoturismo.

Com base no que foi apresentado, uma reportagem do dia 25 de janeiro de 2021 realizado pelo Diário do Nordeste, que trata sobre o aumento da procura por turistas de cidades do Nordeste, afirma que os turistas que visitam o Ceará buscam destinos que permitam descanso e atividades ao ar livre. Mesmo sem festas,  Fortaleza é o destino mais buscado para o Carnaval pelo segundo ano seguido.

Portanto, conseguimos entender que as determinações não só reduziram a demanda, mas a suspensão do carnaval causou impactos no turismo no Ceará de forma a mudar a maneira como os consumidores enxergam valor.

2. Investimentos e impactos no setor do turismo

Devido ao período de pandemia, houve uma redução de turistas estrangeiros. No entanto, aumentou o número de turistas de outros estados de modo que a rede hoteleira já tem taxa de ocupação de mais de 70% para o período. Devido ao crescimento do número de turistas do Ceará de 3,6% em novembro de 2020,  o estado vai receber R$ 500 mil de apoio financeiro do Ministério do Turismo para criar e produzir ações promocionais de destinos turísticos.

Esse recurso vai se destinar à Secretaria do Turismo do Estado do Ceará (Setur), que fica responsável pela produção de campanhas com foco no turismo interno e de proximidade (curta distância).

O projeto foi idealizado pelo Ministério do Turismo com o objetivo de recuperar e promover o turismo interno dos estados que foram impactados pela pandemia. O investimento total foi de de R$ 8,3 milhões. O convênio foi assinado com 15 estados e o Distrito Federal.

Quer entender melhor como lidar com a situação na sua empresa? Converse com um de nossos consultores clicando aqui.

 

 

Como a Covid-19 afetou o setor de beleza e estética no Brasil

Os impactos da Covid-19 em empresas de beleza e estética
Os impactos da Covid-19 em empresas de beleza e estética

Originário da Grécia antiga, o setor de beleza ganhou popularidade no século XX com a popularização dos salões de beleza para a classe média, mas devido ao coronavírus, o mercado de cuidado pessoal encontra dificuldades. A seguir entenda os impactos da Covid-19 em empresas do setor de beleza e estética.  

1. O mercado de beleza e estética no Brasil

O setor de cuidado pessoal sempre foi visto por economistas como um setor resistente a crises econômicas, uma vez que em períodos de turbulência o público tende a consumir produtos que levantam a auto estima como cremes, perfumes e maquiagens. Assim, o “efeito batom”, como é popularmente conhecido, garantiu ao Brasil o posto de quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, além de um faturamento de 80 bilhões de Dólares em 2018.

2. O mercado de beleza e estética na pandemia do Covid-19

Como o Coronavírus se espalhou tão rapidamente, vários estados decretaram o fechamento do comércio. Consequentemente, esse decreto está relacionado aos impactos da Covid-19 em empresas do setor de beleza e estética, em particular por sua característica presencial. Em contrapartida à tradicional prestação de serviços, a venda de produtos de beleza aumentou durante a pandemia. Segundo o Painel Dados de Mercado Abihpec, em 2020 houve um significativo aumento na venda de sabonetes e álcool em gel no início da pandemia. No mais, outros produtos de cuidado pessoal que se destacaram durante a pandemia foram produtos relacionados a aromaterapia, desintoxicação, cuidado da pele, unhas e cabelo.  

3. Expectativas para o futuro

Com a reabertura da economia, o setor encontra outro problema – custos com os equipamentos de proteção individuais (EPIs) requeridos pelo governo para a reabertura do estabelecimento. Apesar disso, muitos empresários do setor e enxergam a possibilidade de voltar ao crescimento uma vez que muitos consumidores se apresentam ávidos para retomar uma rotina de normalidade, incluindo os cuidados com a beleza. Para entender melhor como reavaliar a estratégia da sua empresa diante desse cenário, acesse esse link! Caso tenha dúvidas, entre em contato com um de nossos consultores clicando aqui!

Como o COVID-19 afetou o setor de transporte

os efeitos do covid-19 no setor de transporte

Como o COVID-19 afetou o setor de transporte

Desde o começo da pandemia do coronavírus, muitos setores da economia foram afetados. No post a seguir, veremos como a Covid-19 afetou o setor de transporte, especificamente. 

1. O quadro atual

O setor de transporte no Brasil, há anos enfrenta dificuldades. Desde 2013, o setor apresenta perdas anuais. Agora, com a crise do Coronavírus, a queda na demanda de passageiros caiu mais de 70% e o sistema, que emprega quase 2 milhões de pessoas, ameaça colapsar.

No mais, a Associação Brasileira de Transporte Terrestre e Passageiros (ABRATI) e a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estimam entre 2,5 e 2,8 bilhões de prejuízo – cerca de 40% do faturamento anual.

2. Recuperação

Além disso, as chances de recuperação também são pessimistas. Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) que entrevistou mais de 700 empresas do setor, sem ajuda do governo, 28,2% das empresas dizem que não aguentar um mês e 25,5% resistiriam por apenas 30 dias. Do mesmo modo, 34,5% acredita que os impactos da crise no setor de transportes vão durar de quatro a oito meses e 19,5% esperam que dure por um ano.

Ainda segundo a pesquisa, a fim de mitigar a crise do sistema de transporte, 51% dos entrevistados acreditam que deve ser criado linhas de créditos com prazos maiores e juros reduzidos. No mais, 43% também defendem que seja suspensa a cobrança do PIS-Cofins.

3. Expectativas futuras

Procurando abrandar a crise do transporte público, a Câmera do Deputados aprovou uma ajuda de 4 bilhões de reais para o sistema de transporte. Da verba fornecida, 1.2 bilhão deve ser encaminhado para o Distrito Federal e para os estados e 2.2 bilhões devem ser distribuídos para os municípios. 

Através desse auxílio, o governo espera evitar o colapso do setor além de incentivar melhorias tecnológicas como a adoção do sistema de bilheteria eletrônica. Em troca, os entes federados que receberem os recursos ficarão proibidos de aumentar o valor das tarifas, além de serem obrigados a manter um quadro de funcionários maior ou igual ao quadro existente em 31 de julho.

Por fim, o auxílio será interrompido caso a renovação do contrato do colaborador não for realizada até 31 de dezembro de 2021.

Esse artigo é parte da série em nosso site, ” Os Impactos do Covid-19″, para conferir a publicação voltada para o setor alimentício, clique aqui.

Para falar com um dos nossos consultores, clique aqui e entenda mais sobre o mercado do transporte!

Os efeitos do Covid-19 no Setor Alimentício

efeitos covid-19 setor alimentício

Os efeitos do Covid-19 no Setor Alimentício

A pandemia afetou praticamente todos os segmentos do mercado mundial no início de 2020. Visto isso, falaremos um pouco acerca desses efeitos do Covid-19 no setor alimentício.

O setor alimentício é, sem dúvidas, um dos maiores e mais importantes setores da economia nacional. Tendo em vista que, de acordo com dados apresentados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), a indústria de alimentos – que abrange a produção de produtos alimentares e bebidas – faturou cerca de 700 bilhões de reais, em 2019, que corresponde a 9,7% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB).

 

1. Divisão do Setor Alimentício

Esse setor, é dividido em duas vertentes maiores: Varejo alimentício e Food Service. Entretanto, deve-se levar em consideração, o tipo de negócio, pois uma confeitaria é diferente de um restaurante self-service, por exemplo.

O Varejo Alimentício caracteriza-se pelos comércios, supermercados, atacarejos, entre outros. Já o Food Service representa toda a grade de produção e distribuição de alimentos, desde insumos, equipamentos até serviços.

De acordo com probabilidades realizadas pela Abrasel(Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), cerca de 10% dos restaurantes podem ter as suas portas fechadas definitivamente. Portanto, ao tratar-se de uma estimativa, até o momento não é possível ter números exatos para constatar os efeitos dessa crise pandêmica.

2. Mercado Pré e Durante a Pandemia

 

 

Antes da pandemia, havia uma procura elevada pela vertente de Varejo Alimentício. Entretanto, houve, assim que iniciado o surto de Covid-19, uma redução na compra de insumos. Logo, os estoques de algumas áreas da vertente, aumentaram, fazendo com que produtos viessem a vencer, gerando prejuízos para os empresários e donos de indústrias.

Já na vertente do Food Service, havia uma procura elevada por serviços de delivery. Mas, que em muitos casos, correspondia a somente uma pequena fatia da porcentagem de vendas desse setor. Para melhor entender como trabalhar seu delivery e migrar para o meio digital, clique aqui para conferir essa publicação no nosso blog.

Com o Lockdown criado para evitar a proliferação do vírus, aumentou essa fatia, chegando a cerca de 30% de crescimento no número de pedidos. Dessa forma, aqueles restaurantes e empreendimentos que já desenvolviam esse tipo de serviço tiveram a sua demanda aumentada. Isso tem significado uma possibilidade de continuação dos trabalhos para tantos outros empreendimentos. 

3. Pontos Positivos da Crise do Coronavírus

Toda crise traz pontos e efeitos positivos. A crise do Covid-19 não foi diferente. Dentre eles, o aumento de empreendedores, e busca por alternativas rentáveis para os negócios são alguns desses pontos, fazendo com que, pessoas que não empreendiam e empresas que não se reformulavam e não se adequavam aos clientes, tomem esse tipo de decisão, trazendo a mudança para o ramo alimentício.

 

 

 

4. Ações Realizadas:

 

Várias ações estão sendo feitas por empresas de grande porte para ajudar esse mercado e a Abrasel tem desempenhado um importante papel na busca por levar soluções e informações a seus associados. Ela lançou na semana do dia 20/04/20 o “Guia para uma entrega segura em casa para todos”. De acordo com a Abrasel o objetivo do guia “é ajudar empresas, clientes e parceiros a cumprirem as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate e na prevenção da Covid-19, partindo das especificidades de cada tipo de entrega e cada etapa do processo.”

A Abrasel também criou um whatsapp direcionado ao suporte e orientação para donos de bares e restaurantes com o intuito de sanar as dúvidas e as incertezas desses empresários em relação ao setor. Então, clicando aqui, você pode visitar o site da associação e informar-se mais sobre essa iniciativa.

Para estar falando com um dos nossos consultores e entender melhor sobre os efeitos do Covid-19 no setor alimentício, clique aqui.

 

Gestão de otimização de processos

gestão de otimização de processos

Gestão de otimização de processos

A Otimização de processos (no inglês, processo otimization) tem como propósito identificar pontos de melhorias na organização da empresa. Além disso, a gestão de otimização de processos é essencial para encontrar maneiras de aperfeiçoar os processos. E, por consequência, alcançar melhores resultados economizando, por exemplo, tempo e dinheiro.Nesse artigo, você irá aprender os principais passos para aperfeiçoar um processo.

1. Mapear os processos

Nessa etapa deve-se compreender todas as atividades feitas pela empresa a fim de aperfeiçoar os processos. Nela, deve-se entrevistar os responsáveis por cada setor que será atualizado. Assim, suas perguntas devem ter como objetivo entender o processo passo a passo. Dessa forma, ele poderá ser facilmente descrito e os problemas do processo poderão ser identificados. A seguir, alguns exemplos de perguntas:

  • Quais atividades fazem parte desse processo?
  • Quanto tempo é necessário para concluir esse processo?
  • O número de pessoas que realiza esse processo atualmente é adequado?
  • Qual a parte mais importante do processo?
  • Qual o objetivo do processo?

Ademais, deve-se mapear os processos. Um bom recurso de mapeamento é o BizagiModeler. Esse recurso o ajudará a descrever de forma visual todo o processo. Dessa forma, qualquer pessoa da organização poderá entender suas complexidades.

Bizagi Modeler > Modeling a process > Advanced topics > Interaction between processes > Example: Interaction between processes

 

2. Identificar melhorias

Aqui, deve-se identificar todos os pontos que possam ser melhorados levando em conta o processo que foi mapeado na etapa anterior. Para isso, sugerimos a metodologia 5W2H por sua fácil visualização e etapas autoexplicativas.

A ferramenta de gestão 5W2H

3. Implementar melhorias

Nessa etapa, deve-se mapear o novo processo ideal, levando em conta as melhorias propostas na etapa anterior. Esse mapeamento pode ser feito no Bizagi Modeler, a fim de facilitar sua visualização.

Para melhor entender as melhorias que o mapeamento de processos pode trazer para sua empresa, clique aqui e conheça mais desse serviço.

4. Monitoração de resultados

Por fim, deve-se monitorar os resultados atingidos objetivando testar se as mudanças mapeadas surtiram o efeito desejado. Portanto, fique atento aos funcionários, observando se eles estão seguindo o novo processo corretamente. 

Para estar falando com um dos nossos consultores, clique aqui e saiba com maior propriedade como implementar um gestão ágil de processos na sua empresa!

 

Por que e como definir seu público alvo na reabertura do comércio

porque e como definir seu público alvo

Por que e como definir seu público alvo na reabertura do comércio

As mudanças ocorridas em muitas empresas na forma de entregar seus produtos e serviços devido ao cenário de um comércio físico praticamente inviável sucedeu, na maior parte dos casos, em mudança do público que consumia. Em parte, isso se dá por conta de os gestores não verem porque e nem como definir seu público alvo, principalmente na reabertura do comércio.

Por exemplo, um restaurante que atendia exclusivamente presencialmente e passou a entrar no mercado de delivery, teve de se esforçar para alcançar um público maior, menos local e sair da sua zona de conforto. Essa mudança nem sempre (quase nunca) é tão fácil quanto parece, uma vez que a definição concreta de um público alvo pode trazer diversos benefícios, como:

  • Saber exatamente que tipo de campanhas devem ser feitas: se seu público não se concentra em uma região específica, a panfletagem pode não ser ideal. Caso ele tenha idade mais avançada, as campanhas por mídias sociais não farão tanto sentido. O não conhecimento do público pode fazer com que dinheiro e tempo sejam desperdiçados atacando o objetivo de forma equivocada.
  • Possíveis melhorias no produto ou serviço prestado: é possível identificar o que seu público alvo mais valoriza, o que para ele é irrelevante, quais são seus principais problemas e o que ele mais deseja alcançar quando compra seu produto. Tendo esse conhecimento, se torna muito mais claro onde a empresa deve se concentrar para melhorar.
  • Utilizar a linguagem adequada na comunicação e marketing: ao conhecer seu público alvo você garante que está se comunicando da melhor maneira, nem mais popular e nem mais culto do que o ideal para satisfazer os seus clientes.

Agora que você já entendeu o porque definir seu público alvo, pode estar se perguntando como fazer isso. É o que abordaremos nos 5 passos abaixo, para que você saiba como se posicionar nessa reabertura de comércio.

1. Conheça sua empresa

É de suma importância identificar o que a empresa vende, qual valor ela agrega as pessoas e como ela se comporta perante aos concorrentes.

2. Busque informações sobre o seu mercado e o comércio

Este ponto diz respeito a identificar se o seu mercado está em crescimento, se ele tende a crescer ou a decrescer no futuro e quem são os seus concorrentes, entendendo o que eles oferecem.

Para melhor entender como analisar o mercado, clique aqui para conferir nosso post referente à análise de mercado.

3. Conheça os seus atuais clientes

Essas informações podem ser feitas através de entrevistas com as pessoas que já compram seus produtos. É ideal, para lidar com clientes da empresa, que se tenha uma abordagem agradável.

4. Identifique qual o seu cliente ideal (ICP)

Além de conhecer as pessoas que já se tornaram seus clientes, é importante identificar e buscar informações sobre aquelas que você gostaria que fossem seus clientes. A junção do perfil do cliente ideal com o perfil dos clientes que a empresa já dispõe pode ser definida como o público alvo.

5. Coloque a mão na massa (definir e implementar)

Por fim, de nada adiantaria ter todo esse conhecimento e não aplicá-lo no marketing da empresa para efetivamente atrair mais pessoas. No último passo, a empresa deve concentrar seus esforços naquilo que mais atrai o seu perfil de cliente ideal e seus atuais clientes. Você pode se perguntar se, com essa concentração, uma parte do público que poderia se tornar cliente pode ser deixada de fora. Sim, é verdade, mas aqui estamos buscando resultado, se uma pessoa está fora do seu público alvo, é porque a probabilidade de ela se tornar seu cliente é muito menor. Concentrando dinheiro e tempo no alvo certo, o resultado virá de forma muito mais rápida e precisa.

Como vimos, o público alvo se trata de um grupo de pessoas que possuem maior disposição a comprar determinados produtos dadas suas características pessoais.

A ADM Soluções se dispõe a auxiliar aquelas pessoas que buscam uma forma assertiva de definir seu público alvo. Você pode entender mais clicando aqui para realizar um diagnóstico gratuito.